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Medicina ortomolecular: entenda o conceito e saiba como funciona na prática

Com a crescente inovação na área da saúde, surgem diferentes técnicas  e abordagens que visam garantir bem-estar, segurança e longevidade. A medicina ortomolecular, por exemplo, conquista cada vez mais espaço na área.

Viver mais e com saúde é uma das principais expectativas da nossa sociedade. Sendo assim, a medicina trabalha para que mais pessoas tenham acesso a recursos de saúde, para uma melhor qualidade de vida.

Entretanto, você sabe como funciona essa abordagem e como ela se difere da medicina convencional? Então, aproveite a leitura do artigo e saiba um pouco mais sobre a medicina ortomolecular.

O que é a medicina ortomolecular?

Uma das principais bases para uma boa saúde são as vitaminas e minerais. Através deles, a medicina ortomolecular visa eliminar o excesso de radicais livres que estão no corpo e que podem promover o desequilíbrio químico e desencadear doenças.

A princípio, o termo surgiu ainda no século XX, com o químico Linus Pauling, um dos grandes nomes da química moderna. Seu interesse surgiu a partir de uma deficiência em seus rins, o que demandou o uso de vitaminas para sanar a patologia.

A partir disso, Pauling estudou e levantou debates sobre a falta ou o excesso desses nutrientes e como impactam no organismo humano. A ideia é garantir a saúde em geral e não apenas resolver o problema da parte do corpo acometida.

Sendo assim, a medicina ortomolecular, tal qual o significado do seu prefixo “orto”, é a ciência para garantir a aceleração do metabolismo das células. Como resultado, temos o retardamento do envelhecimento e, consequentemente, evita-se o aparecimento de doenças provenientes da idade avançada.

Como o tratamento ortomolecular funciona?

Os radicais livres são moléculas altamente reativas que afetam o funcionamento de células saudáveis. Apesar de fazer parte do complexo sistema humano, a ideia dessa prática terapêutica é eliminá-los.

O surgimento dessas moléculas tem relação com os hábitos de vida, como má alimentação, consumo de álcool e drogas, uso excessivo de medicamentos e, até mesmo, alta exposição ao sol.

O impacto dessa rotina afeta diversas partes do organismo e surgem determinadas doenças, como câncer, artrite, Alzheimer, alergias, enxaqueca, depressão, bronquite, rinite, entre outras doenças crônicas facilmente identificadas.

Tais anormalidades são evitadas a partir da inclusão de nutrientes importantes, que combatem os radicais livres causadores do mau funcionamento das células e que, a partir dos distúrbios delas, geram as patologias.

A dieta ortomolecular é prescrita por um profissional especialista da área, que faz exames para entender os níveis de nutrição do organismo. A partir disso, o direcionamento terá como foco uma alimentação mais saudável.

Por exemplo, alimentos naturais, como frutas e legumes, mais fibras, evitar frituras e carnes vermelhas, entre outros indicadores.

Além disso, suplementos nutricionais como Vitamina C, Vitamina E, Coenzima Q10, L-carnitina e Quercetina podem ser receitados para manipulação e consumidos diariamente. O uso deles garantirá a manutenção das células do corpo.

Em suma, a medicina ortomolecular é mais um tratamento que deve ser considerado por quem busca alternativas à medicina convencional. Para isso, é fundamental buscar um profissional especializado, que saiba como aplicar a terapia.

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